Como em um amanhecer,
Cinto meu corpo preso
Em uma camisa de força
Raios solares
Que emitem sons
Vidas alheias
Buscando um caminho para vida!
No horizonte,
Os pássaros gorjeião
Migrando sob uma solidão
Inertes ao mundo ostensivo.
Carros buzinão sem parar
Sob uma imensidão de nuvens
Crianças choram
Num riso de alegrias.
Pessoas se olhão,
Se cruzam como se nada acontecesse
A vida lá fora
Passa em uma velocidade
Constante, cheia de dúvidas
Como se uma onda gigantesca
Nos engolice
Envolto num mar de lágrimas!
São sonhos, sonhados
São crises inevitáveis
Ao qual, passamos a vida tota.
Sim, este é o mundo
Em que vivemos.
28/10/25