No abstrato, do abstrato!

Meu peito

Chora de alegria e tristeza!…

Como em um cerimonial

De luzes no céu

Rodeada em torno

De uma grande névoa

Que caem em nossas cabeças

Como um grande portal

Se abrindo no universo

No clarear da noite

Oriunda num mundo submerso

De grandes seres

De uma vida adversa

A que vivemos!…

Sonhos que sonhamos

Vidas vividas num passado

Longínquo

Como num despertar

De nossas vidas abstratas

Oriundas de um caminho

Cheio de curvas e retas…

Simplesmente uma alegria

Sem fim…

Um sorriso refletido no espelho

Uma liberdade infinita

Que paira em meus ombros!…

E assim, somos escolhidos

Pelo universo a fora…

Assim, faremos parte

De uma grande constelação

Empunhada na parede

De nossas vidas!…

17/01/2024.

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